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        <title>fotografia</title>
        <description>fotografia</description>
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        <lastBuildDate>Sat, 06 Jun 2026 03:17:09 +0100</lastBuildDate>
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            <title>Helmut Newton | 1920-2004</title>
            <link>http://cultspot.yolasite.com/fotografia/helmut-newton-1920-2004</link>
            <description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img class=&quot;yui-img&quot; src=&quot;http://cultspot.yolasite.com/resources/helmutnew.jpg&quot; style=&quot;width:325px;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Helmut Newton nasceu em Berlim no dia&amp;nbsp; 31 de outubro de 1920 e veio a falecer na cidade de Los Angeles no dia 23 de janeiro de 2004. Foi um importante fotógrafo de moda alemão, naturalizado australiano, tornou-se conhecido por seus estudos de nus femininos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Filho de um fabricante de botões judeu-alemão e uma americana, desde 
muito jovem interessou-se por fotografia, tendo trabalhado para a 
fotógrafa alemã Else Neulander Simon (Yva).&amp;nbsp; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Fugiu da Alemanha em 1938 para escapar à perseguição nazista; trabalhou em Cingapura, como fotógrafo da Straits Times, antes de se estabelecer em Melbourne, Austrália. &lt;br&gt;Ao chegar à Austrália, ficou internado em um campo de concentração, assim como muitos outros, posteriormente engajou no exército australiano como motorista de caminhão, durante a Segunda Guerra Mundial.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 1946 montou um estúdio fotográfico no qual trabalhou principalmente com moda, nos anos pós-guerra, e pouco&amp;nbsp; depois tornou-se cidadão australiano. Nos anos que se seguiram viveu em Londres e Paris, onde trabalhou para a Vogue francesa.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Criou um estilo proprio de fotografia, marcado pelo erotismo, frequentemente com referências sado-masoquistas e uma carga fetichistas. Sua popularidade aumentou nos anos 80 com a série &quot;Big Nudes&quot;. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Helmut Newton passou os últimos anos de sua vida entre Monte Carlo e Los Angeles, onde veio a falecer em um acidente automobilistico na Califórnia.&lt;br&gt;</description>
            <pubDate>Sun, 05 Jan 2014 18:16:18 +0100</pubDate>
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            <title>Walker Evans | 1903-1975</title>
            <link>http://cultspot.yolasite.com/fotografia/walker-evans-1903-1975</link>
            <description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img class=&quot;yui-img&quot; src=&quot;http://cultspot.yolasite.com/resources/migrant_mother.jpg&quot; style=&quot;width:325px;&quot;&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Walker Evans nasceu no dia 3 de novembro de 1903 em Saint Louis, EUA&amp;nbsp; e faleceu em New Haven, EUA, no dia 10 de abril de 1975; a principio Walker Evans queria ser escritor, mas descobriu sua paixão pela fotografia durante os anos 20 e seus primeiros trabalhos já exibiam sua visão objetiva e atenta a todos os detalhes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 1935 entrou ao serviço da F.S.A. (Farm Security Administration), um orgão federal criado por Roosevelt para dar solução à crise agrícola dos Estados Unidos da América durante o período da Depressão. Foi usando a fotografia como prova da miséria em que viviam os agricultores, que Evans registrou o cotidiano com precisão, dignificando, apesar de tudo, a pobreza e abandono em que os agricultores viviam. Em 1938, depois de concluir o seu trabalho para a F.S.A., o &lt;i&gt;Museum Of Modern Art&lt;/i&gt; de Nova York fez uma exposição com a obra de Evans, a primeira exposição dedicada por este Museu a fotográfia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Evans ficou conhecido por duas séries de fotografias: uma delas, o levantamento documental da comunidade agrícola norte americana e a outra está documentada no livro 'Elogiemos os homens ilustres', estes trabalhos são considerados os expoentes máximos da fotografia documental, nicho em que Walker Evans é considerado como uma das figuras maiores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;</description>
            <pubDate>Sat, 28 Dec 2013 01:31:52 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>Henri Cartier-Bresson (1908-2004)</title>
            <link>http://cultspot.yolasite.com/fotografia/henri-cartier-bresson-1908-2004-</link>
            <description>Um dos mestres da fotografia, repórter fotográfico ( &quot;Life&quot;, &quot;Harper's Bazaar&quot;), em 1947 fundou , ao lado de Robert Capa a agência Magnum. Trabalhou mais de cinquenta anos flagrando o cotidiano, inspirando novas gerações com seu estilo, transformando-o em um dos mestre franceses da fotografia. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Desprezando padrões arranjados e artificiais, gostava de registrar a imagem deforma rápida, o que ele chamava de '&lt;i&gt;momento decisivo&lt;/i&gt;', onde tudo conspirava para sair perfeito.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quando criança, ganhou uma câmera Box Brownie, inicio de sua obsessão pelas imagens, mas de forma amadora, só mais tarde, após uma temporada na África, aventurando-se como caçador que ele realmente foi seduzido pela arte da fotografia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Durante a segunda guerra, foi mandado para um campo de prisioneiro, mas conseguindo fugir do campo se reuniu a Resistencia Francesa. No pós guerra tornou-se um dos mais importantes fotógrafos da Europa, acompanhando os últimos dias de Gandhi, e transitando de forma livre pela antiga URSS.&lt;br&gt;</description>
            <pubDate>Tue, 26 Nov 2013 18:06:14 +0100</pubDate>
        </item>
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            <title>Sebastião Salgado</title>
            <link>http://cultspot.yolasite.com/fotografia/sebastião-salgado</link>
            <description>Sebastião Ribeiro Salgado nasceu em Aimorés Minas Gerais no dia 8 de fevereiro de 1944 e é o&amp;nbsp; fotografo brasileiro com&amp;nbsp; maior&amp;nbsp; reconhecimento&amp;nbsp; mundial por seu estilo&amp;nbsp; único&amp;nbsp; de fotografar e é um&amp;nbsp; dos mais&amp;nbsp; respeitados&amp;nbsp; foto jornalistas&amp;nbsp; da atualidade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nomeado como&amp;nbsp; representante&amp;nbsp; especial do UNICEF em&amp;nbsp; abril de 2001, dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida dos excluídas,trabalho que resultou na publicação de&amp;nbsp; dez livros e&amp;nbsp; na realização de&amp;nbsp; várias exposições, recebendo na Europa e na América vários prêmios homenagens. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;“Espero que a pessoa que entre nas minhas exposições não seja a mesma ao sair, acredito que&amp;nbsp; uma pessoa comum&amp;nbsp; pode ajudar&amp;nbsp; muito, não apenas doando bens&amp;nbsp; mas participando, sendo&amp;nbsp; parte da&amp;nbsp; troca&amp;nbsp; de idéias, estando&amp;nbsp; realmente preocupadas sobre o que está acontecendo no mundo”&lt;br&gt;&lt;br&gt;Formado em economia pela Universidade de São Paulo, trabalhou na Organização&lt;br&gt;&lt;br&gt;Internacional do Café&amp;nbsp; trocando a economia&amp;nbsp; pela fotografia&amp;nbsp; após viajar para a África&amp;nbsp; levando emprestada&amp;nbsp; a câmera fotográfica&amp;nbsp; de sua mulher,&amp;nbsp; Lélia&amp;nbsp; Wanick&amp;nbsp; Salgado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Seu primeiro livro foi Outras Américas&amp;nbsp; foi&amp;nbsp; publicado em 1986, abordando os pobres na América Latina na sequencia, publicou Sahel: O Homem em Pânico(também&lt;br&gt;&lt;br&gt;de 1986) foi&amp;nbsp; resultado de&amp;nbsp; uma longa&amp;nbsp; colaboração&amp;nbsp; de quinze&amp;nbsp; meses&amp;nbsp; com a ONG Médicos sem Fronteiras cobrindo a seca no Norte da África.&amp;nbsp; Entre 1986&amp;nbsp; e 1992, ele concentrou-se na documentação do trabalho manual em todo o mundo,publicada e exibida sob o nome Trabalhadores rurais,um feito monumental que confirmou sua reputação como Fotografo de primeira linha. De 1993 a 1999, ele voltou&amp;nbsp; atenção para o fenômeno global&amp;nbsp; de desalojamento&amp;nbsp; em massa de pessoas, que resultou nos trabalhos Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo,publicados em 2000 e aclamados internacionalmente.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Na introdução&amp;nbsp; de Êxodos, escreveu:”Mais do que nunca,sinto que a raça humana é somente uma. Há diferenças de cores,línguas, culturas e oportunidades, mas os sentimentos e as reações das pessoas são semelhantes. Pessoas fogem das guerras para escapar da morte, migram para melhorar sua sorte, constroem novas vidas em terras estrangeiras, adaptam-se a situações extremas…”&lt;br&gt;&lt;br&gt;Trabalhando inteiramente com fotos em preto e branco Sebastião Salgado mostra o significado&amp;nbsp; mais amplo&amp;nbsp; do&amp;nbsp; que&amp;nbsp; está acontecendo com&amp;nbsp; essas pessoas criando um conjunto de imagens&amp;nbsp; que testemunham a&amp;nbsp; dignidade fundamental do ser&amp;nbsp; humano ao mesmo&amp;nbsp; tempo que protestam&amp;nbsp; contra a&amp;nbsp; violação dessa&amp;nbsp; dignidade por&amp;nbsp; meio da guerra, da pobreza e outras injustiças.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ao longo&amp;nbsp; dos anos, Sebastião Salgado tem contribuídoe e apoiado as ações com UNICEF e outras organizações humanitárias. Com sua mulher, Lélia Wanick Salgado, apoia atualmente um projeto de reflorestamento e revitalização&amp;nbsp; comunitária&amp;nbsp; em Minas Gerais.&amp;nbsp; Em setembro de 2000, com o&amp;nbsp; apoio das&amp;nbsp; Nações Unidas&amp;nbsp; e do&amp;nbsp; UNIVEF, Sebastiao Salgado&amp;nbsp; montou uma&amp;nbsp; exposição no&amp;nbsp; Escritório das&amp;nbsp; Nações Unidas em Nova Iorque,com 90 retratos de crianças desalojadas&amp;nbsp; extraídos de&amp;nbsp; sua obra Retratos de Crianças do&amp;nbsp; Êxodo, essas&amp;nbsp; impressionantes&amp;nbsp; fotografias&amp;nbsp; prestam&amp;nbsp; solene&amp;nbsp; testemunho a 30 milhões de pessoas&amp;nbsp; em&amp;nbsp; todo o&amp;nbsp; mundo, a maioria&amp;nbsp; delas crianças e mulheres&amp;nbsp; sem residência fixa. Em outra&amp;nbsp; colaboração&amp;nbsp; com&amp;nbsp; o UNICEF,&amp;nbsp; Sebastião Salgado doou os direitos de reprodução de várias&amp;nbsp; fotografias suas para o Movimento Global pela Criança e&amp;nbsp; para ilustrar um&amp;nbsp; livro da moçambicana&amp;nbsp; Graça Machel,&amp;nbsp; atualizando um relatório&amp;nbsp; dela de 1996, como Representante Especial das Nações Unidas&amp;nbsp; sobre o Impacto dos Conflitos Armados sobre as Crianças.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Atualmente, em um projeto conjunto do UNICEF e da OMS,ele está documentando uma campanha&amp;nbsp; mundial&amp;nbsp; para a&amp;nbsp;&amp;nbsp; erradicação&amp;nbsp; da&amp;nbsp; poliomielite,&amp;nbsp; Sebastião Salgado&amp;nbsp; foi reconhecido&amp;nbsp; internacionalmente&amp;nbsp; recebendo&amp;nbsp; praticamente&amp;nbsp; todos&amp;nbsp; os&amp;nbsp; principais prêmios de fotografia seu trabalho impar.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em 1994&amp;nbsp; fundou a sua própria agência de notícias, ”a Imagens da Amazônia”, que representa o fotógrafo e&amp;nbsp; seu trabalho.&amp;nbsp; Salgado e Lélia Wanick Salgado&amp;nbsp; vivem&amp;nbsp; em Paris atualmente sendo ela autora do projeto&amp;nbsp; gráfico da maioria de seus livros, o casal tem dois filhos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Prêmios&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, 1998.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Prêmio Eugene Smith de Fotografia Humanitária.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Prêmio World Press Photo&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Eleito membro honorário da Academia Americana de Artes e Ciência na America&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Prêmio pela publicação do livro Trabalhadores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Prêmio Overseas Press Oub oí America.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Prêmio Unesco categoria cultural no Brasil&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; The Maine Photographic Workshop ao melhor livro foto-documental.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Medalha de prata Art Directors Oub nos Estados Unidos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Alfred Eisenstaedt Award pela Magazine Photography.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Bibliografia&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Trabalhadores (1996)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Terra (1997) &lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Serra Pelada (1999) &lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Outras Américas (1999) &lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Retratos de Crianças do Êxodo (2000) &lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Exodos (2000)&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; O Fim do Pólio (2003) &lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Um Incerto Estado de Graça (2004) &lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; O Berço da Desigualdade (2005) &lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp; Africa (2008)&amp;nbsp; &lt;br&gt;</description>
            <pubDate>Sat, 23 Nov 2013 17:23:28 +0100</pubDate>
        </item>
        <item>
            <title>Fotografia: O inicio</title>
            <link>http://cultspot.yolasite.com/fotografia/fotografia-o-inicio</link>
            <description>&lt;p&gt;&lt;i&gt;Fonte: Wikipédia&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Georgia&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A
 fotografia não é a obra de um único inventor, diversas pessoas ao longo
 do tempo foram agregando conceitos, desenvolvendo novos processos, que 
por fim deram origem à fotografia. O conceito mais antigo foi o da 
câmara escura, descrita por Giovanni Baptista Della Porta. Leonardo da 
Vinci usava a câmera escura assim como outros artistas do século XVI 
para esboçar pinturas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Georgia&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Foi 
Johann Heinrich Schulze que em 1724, fazendo experiências com ácido 
nítrico, prata e gesso, determinou que fosse a 'prata halógena', 
convertida em 'prata metálica', e não o calor, que provocava o 
escurecimento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Georgia&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A primeira 
fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês 
Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado 
de petróleo fotossensível chamado 'Betume da Judéia'.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Georgia&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A
 imagem produzida com uma câmera exigia cerca de oito horas de exposição
 à luz solar. Nièpce chamou o processo de &quot;heliografia&quot;, gravura com a 
luz do Sol, em paralelo, Daguerre, produziu com uma câmera escura 
efeitos visuais em um espetáculo denominado &quot;Diorama&quot;. Daguerre e Niépce
 trocaram correspondência durante alguns anos, até formarem sociedade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Georgia&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Após
 a morte de Nièpce, Daguerre desenvolveu um processo com vapor de 
mercúrio que reduzia o tempo de revelação de horas para minutos, o 
processo ficou conhecido por daguerreotipia. Daguerre descreveu seu 
processo à Academia de Ciências e Belas Artes, na França e logo depois 
requereu a patente do seu invento na Inglaterra. A popularização dos 
daguerreótipos deu origem às especulações sobre o &quot;fim da pintura&quot;, 
inspirando o Impressionismo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Georgia&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O
 britânico William Fox Talbot, que já efetuava pesquisas com papéis 
fotossensíveis, ao tomar conhecimento dos avanços de Daguerre, em 1839, 
decidiu apressar a apresentação de seus trabalhos à Royal Institution e à
 Royal Society, procurando garantir os direitos sobre suas invenções. 
Talbot desenvolveu um diferente processo denominado calotipo, usando 
folhas de papel cobertas com cloreto de prata, que posteriormente eram 
colocadas em contato com outro papel, produzindo a imagem positiva, 
nessa mesma época, Hippolyte Bayard também desenvolveu um método de 
fotografia, mas, por demora não pôde ser reconhecido como seu inventor.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Georgia&quot; size=&quot;3&quot;&gt;Francês
 Hércules Florence radicado em Campinas, conseguiu resultados superiores
 aos de Daguerre, desenvolvendo negativos, mas, apesar das tentativas de
 divulgação do seu invento, denominado &quot;Photographie&quot;, não obteve 
reconhecimento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Georgia&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A fotografia 
popularizou-se como produto de consumo a partir de 1888. A Kodak abriu 
as portas com um discurso onde todos podiam tirar fotos, sem necessitar 
de profissionais, graças à câmera tipo &quot;caixão&quot; e pelo filme em rolos 
criados por George Eastman.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font face=&quot;Georgia&quot; size=&quot;3&quot;&gt;O
 mercado fotográfico experimentou uma crescente evolução tecnológica, 
como o estabelecimento do filme colorido como padrão e o foco 
automático, essas inovações facilitaram a captação da imagem, melhoraram
 a qualidade de reprodução e a velocidade do processamento, mas muito 
pouco foi alterado nos princípios básicos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font face=&quot;Georgia&quot; size=&quot;3&quot;&gt;A
 maior mudança aconteceu no final do século XX, foi à digitalização dos 
sistemas, a integração da câmera aos telefones celulares, assim tem 
inicio a era digital na fotografia, mudando paradigmas, minimizando 
custos, reduzindo etapas, acelerando processos, facilitando a produção, 
manipulação, armazenamento e transmissão de imagens mundo afora.&lt;/font&gt;</description>
            <pubDate>Sat, 23 Nov 2013 17:24:21 +0100</pubDate>
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