Sebastião Salgado
Postado por R. A. F. em sábado, novembro 23, 2013 Em: fotografia
Sebastião Ribeiro Salgado nasceu em Aimorés Minas Gerais no dia 8 de fevereiro de 1944 e é o fotografo brasileiro com maior reconhecimento mundial por seu estilo único de fotografar e é um dos mais respeitados foto jornalistas da atualidade.
Nomeado como representante especial do UNICEF em abril de 2001, dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida dos excluídas,trabalho que resultou na publicação de dez livros e na realização de várias exposições, recebendo na Europa e na América vários prêmios homenagens.
“Espero que a pessoa que entre nas minhas exposições não seja a mesma ao sair, acredito que uma pessoa comum pode ajudar muito, não apenas doando bens mas participando, sendo parte da troca de idéias, estando realmente preocupadas sobre o que está acontecendo no mundo”
Formado em economia pela Universidade de São Paulo, trabalhou na Organização
Internacional do Café trocando a economia pela fotografia após viajar para a África levando emprestada a câmera fotográfica de sua mulher, Lélia Wanick Salgado.
Seu primeiro livro foi Outras Américas foi publicado em 1986, abordando os pobres na América Latina na sequencia, publicou Sahel: O Homem em Pânico(também
de 1986) foi resultado de uma longa colaboração de quinze meses com a ONG Médicos sem Fronteiras cobrindo a seca no Norte da África. Entre 1986 e 1992, ele concentrou-se na documentação do trabalho manual em todo o mundo,publicada e exibida sob o nome Trabalhadores rurais,um feito monumental que confirmou sua reputação como Fotografo de primeira linha. De 1993 a 1999, ele voltou atenção para o fenômeno global de desalojamento em massa de pessoas, que resultou nos trabalhos Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo,publicados em 2000 e aclamados internacionalmente.
Na introdução de Êxodos, escreveu:”Mais do que nunca,sinto que a raça humana é somente uma. Há diferenças de cores,línguas, culturas e oportunidades, mas os sentimentos e as reações das pessoas são semelhantes. Pessoas fogem das guerras para escapar da morte, migram para melhorar sua sorte, constroem novas vidas em terras estrangeiras, adaptam-se a situações extremas…”
Trabalhando inteiramente com fotos em preto e branco Sebastião Salgado mostra o significado mais amplo do que está acontecendo com essas pessoas criando um conjunto de imagens que testemunham a dignidade fundamental do ser humano ao mesmo tempo que protestam contra a violação dessa dignidade por meio da guerra, da pobreza e outras injustiças.
Ao longo dos anos, Sebastião Salgado tem contribuídoe e apoiado as ações com UNICEF e outras organizações humanitárias. Com sua mulher, Lélia Wanick Salgado, apoia atualmente um projeto de reflorestamento e revitalização comunitária em Minas Gerais. Em setembro de 2000, com o apoio das Nações Unidas e do UNIVEF, Sebastiao Salgado montou uma exposição no Escritório das Nações Unidas em Nova Iorque,com 90 retratos de crianças desalojadas extraídos de sua obra Retratos de Crianças do Êxodo, essas impressionantes fotografias prestam solene testemunho a 30 milhões de pessoas em todo o mundo, a maioria delas crianças e mulheres sem residência fixa. Em outra colaboração com o UNICEF, Sebastião Salgado doou os direitos de reprodução de várias fotografias suas para o Movimento Global pela Criança e para ilustrar um livro da moçambicana Graça Machel, atualizando um relatório dela de 1996, como Representante Especial das Nações Unidas sobre o Impacto dos Conflitos Armados sobre as Crianças.
Atualmente, em um projeto conjunto do UNICEF e da OMS,ele está documentando uma campanha mundial para a erradicação da poliomielite, Sebastião Salgado foi reconhecido internacionalmente recebendo praticamente todos os principais prêmios de fotografia seu trabalho impar.
Em 1994 fundou a sua própria agência de notícias, ”a Imagens da Amazônia”, que representa o fotógrafo e seu trabalho. Salgado e Lélia Wanick Salgado vivem em Paris atualmente sendo ela autora do projeto gráfico da maioria de seus livros, o casal tem dois filhos.
Prêmios
Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, 1998.
Prêmio Eugene Smith de Fotografia Humanitária.
Prêmio World Press Photo
Eleito membro honorário da Academia Americana de Artes e Ciência na America
Prêmio pela publicação do livro Trabalhadores.
Prêmio Overseas Press Oub oí America.
Prêmio Unesco categoria cultural no Brasil
The Maine Photographic Workshop ao melhor livro foto-documental.
Medalha de prata Art Directors Oub nos Estados Unidos.
Alfred Eisenstaedt Award pela Magazine Photography.
Bibliografia
Trabalhadores (1996)
Terra (1997)
Serra Pelada (1999)
Outras Américas (1999)
Retratos de Crianças do Êxodo (2000)
Exodos (2000)
O Fim do Pólio (2003)
Um Incerto Estado de Graça (2004)
O Berço da Desigualdade (2005)
Africa (2008)
Nomeado como representante especial do UNICEF em abril de 2001, dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida dos excluídas,trabalho que resultou na publicação de dez livros e na realização de várias exposições, recebendo na Europa e na América vários prêmios homenagens.
“Espero que a pessoa que entre nas minhas exposições não seja a mesma ao sair, acredito que uma pessoa comum pode ajudar muito, não apenas doando bens mas participando, sendo parte da troca de idéias, estando realmente preocupadas sobre o que está acontecendo no mundo”
Formado em economia pela Universidade de São Paulo, trabalhou na Organização
Internacional do Café trocando a economia pela fotografia após viajar para a África levando emprestada a câmera fotográfica de sua mulher, Lélia Wanick Salgado.
Seu primeiro livro foi Outras Américas foi publicado em 1986, abordando os pobres na América Latina na sequencia, publicou Sahel: O Homem em Pânico(também
de 1986) foi resultado de uma longa colaboração de quinze meses com a ONG Médicos sem Fronteiras cobrindo a seca no Norte da África. Entre 1986 e 1992, ele concentrou-se na documentação do trabalho manual em todo o mundo,publicada e exibida sob o nome Trabalhadores rurais,um feito monumental que confirmou sua reputação como Fotografo de primeira linha. De 1993 a 1999, ele voltou atenção para o fenômeno global de desalojamento em massa de pessoas, que resultou nos trabalhos Êxodos e Retratos de Crianças do Êxodo,publicados em 2000 e aclamados internacionalmente.
Na introdução de Êxodos, escreveu:”Mais do que nunca,sinto que a raça humana é somente uma. Há diferenças de cores,línguas, culturas e oportunidades, mas os sentimentos e as reações das pessoas são semelhantes. Pessoas fogem das guerras para escapar da morte, migram para melhorar sua sorte, constroem novas vidas em terras estrangeiras, adaptam-se a situações extremas…”
Trabalhando inteiramente com fotos em preto e branco Sebastião Salgado mostra o significado mais amplo do que está acontecendo com essas pessoas criando um conjunto de imagens que testemunham a dignidade fundamental do ser humano ao mesmo tempo que protestam contra a violação dessa dignidade por meio da guerra, da pobreza e outras injustiças.
Ao longo dos anos, Sebastião Salgado tem contribuídoe e apoiado as ações com UNICEF e outras organizações humanitárias. Com sua mulher, Lélia Wanick Salgado, apoia atualmente um projeto de reflorestamento e revitalização comunitária em Minas Gerais. Em setembro de 2000, com o apoio das Nações Unidas e do UNIVEF, Sebastiao Salgado montou uma exposição no Escritório das Nações Unidas em Nova Iorque,com 90 retratos de crianças desalojadas extraídos de sua obra Retratos de Crianças do Êxodo, essas impressionantes fotografias prestam solene testemunho a 30 milhões de pessoas em todo o mundo, a maioria delas crianças e mulheres sem residência fixa. Em outra colaboração com o UNICEF, Sebastião Salgado doou os direitos de reprodução de várias fotografias suas para o Movimento Global pela Criança e para ilustrar um livro da moçambicana Graça Machel, atualizando um relatório dela de 1996, como Representante Especial das Nações Unidas sobre o Impacto dos Conflitos Armados sobre as Crianças.
Atualmente, em um projeto conjunto do UNICEF e da OMS,ele está documentando uma campanha mundial para a erradicação da poliomielite, Sebastião Salgado foi reconhecido internacionalmente recebendo praticamente todos os principais prêmios de fotografia seu trabalho impar.
Em 1994 fundou a sua própria agência de notícias, ”a Imagens da Amazônia”, que representa o fotógrafo e seu trabalho. Salgado e Lélia Wanick Salgado vivem em Paris atualmente sendo ela autora do projeto gráfico da maioria de seus livros, o casal tem dois filhos.
Prêmios
Prêmio Príncipe de Asturias das Artes, 1998.
Prêmio Eugene Smith de Fotografia Humanitária.
Prêmio World Press Photo
Eleito membro honorário da Academia Americana de Artes e Ciência na America
Prêmio pela publicação do livro Trabalhadores.
Prêmio Overseas Press Oub oí America.
Prêmio Unesco categoria cultural no Brasil
The Maine Photographic Workshop ao melhor livro foto-documental.
Medalha de prata Art Directors Oub nos Estados Unidos.
Alfred Eisenstaedt Award pela Magazine Photography.
Bibliografia
Trabalhadores (1996)
Terra (1997)
Serra Pelada (1999)
Outras Américas (1999)
Retratos de Crianças do Êxodo (2000)
Exodos (2000)
O Fim do Pólio (2003)
Um Incerto Estado de Graça (2004)
O Berço da Desigualdade (2005)
Africa (2008)
Em: fotografia
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